Domingo, 4 de janeiro de 2026 – 21h28 WIB
Washington, VIVA – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que Washington não está a planear uma operação militar contra Cuba depois da operação na Venezuela, chamando Cuba de “Estado falido” e avaliando que os seus sistemas políticos e económicos não estão a funcionar bem para o seu povo.
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Numa entrevista ao The New York Post no sábado, 3 de janeiro, Trump respondeu a uma pergunta sobre uma possível intervenção militar dos EUA contra Cuba, enfatizando que tal passo não está nos planos atuais.
Afirmou que Cuba enfrenta sérias dificuldades e o sistema implementado até agora não trouxe os resultados esperados.
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Segundo Trump, estas condições fazem de Cuba um tema potencial para futuras discussões, mas não no contexto de operações militares.
Trump fez o anúncio em meio à crescente atenção internacional sobre a política externa dos EUA na região latino-americana, após a operação de Washington na Venezuela, que atraiu reações diversas dos países da região e da comunidade global.
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O presidente Trump anunciou no sábado que os EUA lançaram um grande ataque à Venezuela e que o presidente venezuelano Nicolás Maduro e a sua esposa Cilia Flores foram presos e retirados do país.
A mídia local noticiou uma série de explosões em Caracas e afirmou que a operação foi realizada por membros da elite da Força Delta.
Em resposta a esta situação, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Venezuela instou o Conselho de Segurança da ONU a convocar uma reunião de emergência para discutir o ataque dos EUA.
Entretanto, a vice-presidente venezuelana Delcy Rodriguez enfatizou que o presidente venezuelano Nicolás Maduro continua a ser o único líder do país.
“Há apenas um presidente neste país, seu nome é Nicolás Maduro Moros”, disse ele em reunião do Conselho de Defesa após a operação dos EUA contra a Venezuela.
Rodriguez disse que o que aconteceu com a Venezuela no sábado poderia ter acontecido com qualquer país da região.
“Pedimos aos países da Grande Pátria que se unam. O que está sendo feito hoje com a Venezuela pode acontecer com qualquer país da região. Este uso da força pode ser dirigido contra qualquer país”, disse ele. (Formiga)
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4 de janeiro de 2026





