WASHINGTON (AP) – A Suprema Corte decidiu na quarta-feira contra uma empresa prisional privada que enfrenta uma ação judicial alegando que os detidos de imigração foram forçados a trabalhar e pagaram apenas US$ 1 por dia no Colorado.
A decisão unânime é uma derrota processual para o Grupo GEO, mas não é uma decisão final. A empresa está lutando contra uma ação judicial de 2014, que alega que os presidiários de Aurora foram forçados a fazer limpezas não remuneradas e outros trabalhos mal remunerados para complementar suas escassas refeições.
A GEO defendeu suas práticas e argumentou que o caso deveria ser arquivado porque, como empresa contratada pelo governo, não está sujeita a ações judiciais.
Depois que o juiz discordou da decisão, a empresa pediu ao Supremo que lhe permitisse recorrer rapidamente da decisão. Mas os juízes recusaram.
O GEO Group, com sede na Flórida, é um dos principais fornecedores de instalações de detenção privadas do país, administrando ou possuindo aproximadamente 77.000 leitos em 98 instalações. Seus contratos incluem um novo centro federal de detenção de imigração onde o prefeito de Newark, Nova Jersey, foi preso durante um protesto em maio de 2025, antes de o caso contra o democrata ser arquivado.
Ações semelhantes foram movidas em nome de imigrantes detidos em outros lugares, incluindo um caso no estado de Washington, onde a empresa foi condenada a pagar mais de US$ 23 milhões.
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