As partidas de futebol nem sempre são vencidas pelo time com o ataque mais forte. O Atlético de Madrid incorporou este credo na perfeição nos últimos anos.
A equipa do treinador Diego Simeone era conhecida por uma defesa muito bem organizada, rematando com precisão e depois recuando de forma muito disciplinada. Atualmente, porém, pouco ou nada resta deste Atleti.
Nesta temporada, os espanhóis têm sido historicamente fracos na defesa. O empate de ontem por 3 a 3 no jogo de ida dos playoffs da Liga dos Campeões contra o Club Brugge já foi o nono jogo consecutivo na Liga dos Campeões em que sofreu pelo menos um gol. Quando isso aconteceu antes? Nunca na história do clube.
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Também no campeonato, recentemente, sofreu uma derrota clara por 0-3 frente ao Rayo Vallecano. Seis gols sofridos em dois jogos contra o 17º colocado do campeonato e contra o Brugge não podem ser o padrão para um clube de ponta. Quase parece que a equipe perdeu sua identidade. Talvez devessem jogar a Copa del Rey a partir de agora.
Na vitória da semana passada sobre o FC Barcelona, por 4-0, na primeira mão das meias-finais, o Atleti mostrou que a antiga estabilidade ainda pode existir.
Este artigo foi traduzido para o inglês por inteligência artificial. Você pode ler a versão original em aqui.






