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John Mayer chama isso de “creche para adultos”: atrás das portas em arco da Avenida La Brea fica o histórico estúdio de gravação onde músicos famosos se mantêm – e uns aos outros – ocupados criativamente desde meados da década de 1960. Conhecido há décadas como Henson Studios – e antes disso como A&M Studios – o complexo de 3 acres no coração de Hollywood já sediou a criação de algumas das gravações mais famosas da música, entre elas “Tapestry” de Carole King, “Blue” de Joni Mitchell, “Your Own Eleven” do Guns N’ Roses e “Millions” de Carol. Charlie Chaplin, que nasceu em Londres, começou a fazer lotes em 1917 no estilo Tudor inglês branco e marrom. Ele dirigiu alguns de seus filmes mais conhecidos, incluindo “Tempos Modernos” e “O Grande Ditador”. Em 1966, Herb Alpert e Jerry Moss compraram o local e fizeram dele a base para sua A&M Records. Eles converteram os dois palcos sonoros do lote em um estúdio de gravação de última geração que atraiu nomes como Sergio Mendes, The Carpenters, Stevie Nicks, U2 e John Lennon.

Em 1985, o piso de parquet da A&M era o Estúdio A, onde Quincy Jones reuniu um conjunto de estrelas para gravar “We Are the World” em uma noite de maratona; Em 2014, Daft Punk evocou a beleza dos painéis de madeira do estúdio ao apresentar “Get Lucky” com Stevie Wonder no 56º Grammy Awards.

Agora, buscando manter o espaço em um momento de turbulência generalizada na indústria do entretenimento, Mayer e seu sócio, o cineasta McGee, acabaram comprando o lote, que compraram da família do falecido criador dos Muppets, Jim Henson, por US$ 44 milhões e rebatizando-o de Chaplin Studios, ultrapassando o Slant Studios um século antes.

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