Resultados completos do teste EV que você precisa saber

Segunda-feira, 23 de março de 2026 – 19h30 WIB

Jacarta – No mundo dos veículos elétricos (EV), a velocidade não se trata apenas da sensação de condução, mas também tem um impacto direto na eficiência e na autonomia.

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Recentemente, foi realizado um teste no mundo real para ver como a velocidade afeta a autonomia da bateria, e os resultados revelaram informações importantes para potenciais proprietários de veículos elétricos e entusiastas de carros elétricos.

Ilustração de um carro elétrico

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Carros elétricos nem sempre são econômicos

Resumo VIVA da Carscoops segunda-feira, 23 de março de 2026, aqui estão os detalhes.

O teste foi conduzido por um entusiasta de carros elétricos com um Tesla Model Y. O teste envolveu três percursos de igual comprimento (aproximadamente 50 km) em quatro velocidades diferentes de 80, 96, 113 e 129 km/h para refletir as condições típicas da estrada.

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Os resultados mostram que quanto maior a velocidade, maior o consumo de energia da bateria por quilómetro, o que significa que a autonomia global cai drasticamente.

No teste à velocidade de 80 km/h, o veículo apresentou a melhor eficiência com um consumo de energia de aproximadamente 224,7 Wh por milha, o que, quando convertido para uma autonomia teórica, dá aproximadamente 536 km com a bateria cheia.

A uma velocidade máxima de 129 km/h, no entanto, a eficiência cai drasticamente para 366,2 Wh por milha, portanto o alcance teórico é de apenas cerca de 328 km.

A partir desta comparação, fica claro que existe um compromisso entre tempo de viagem e eficiência. Embora conduzir mais rápido reduza o tempo de viagem, a redução significativa da autonomia significa que o condutor terá de parar mais vezes para recarregar a bateria, o que pode, na prática, compensar o tempo poupado apenas pela alta velocidade.

Este tipo de análise é importante porque os dados oficiais de gama publicados pelos fabricantes geralmente provêm de protocolos de teste padrão, como EPA (Estados Unidos) ou WLTP (Europa).

Os padrões dão uma ideia geral, mas os resultados variam em condições reais, dependendo da velocidade, do clima, da topografia da estrada e do estilo de condução.

Por outras palavras, compreender como estas variáveis ​​afetam a autonomia ajudará os proprietários de veículos elétricos ou potenciais compradores a planear melhor as suas viagens.

Este teste mostra também que velocidades moderadas (cerca de 96-113 km/h) podem ser uma “zona de conforto” entre eficiência e tempo de condução, onde a autonomia ainda é suficiente para completar a viagem sem recargas frequentes.

Outro lado



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