O veredicto para três australianos acusados de assassinar o pai de Melbourne, Zivan Radmanovic, em Bali, foi adiado uma semana depois que os juízes disseram que não estavam prontos para dar um veredicto – um atraso que enfureceu a viúva da vítima.
O trio – Darcy Jenson, 27, Mevlut Coskun, 22, e Paea I Middlemore Tupou, 26 – está detido na Indonésia desde junho, acusado de realizar o tiroteio dentro de uma vila em Bali, em 14 de junho.
ASSISTA ACIMA: Veredicto adiado para australiano que enfrenta pena de morte em Bali
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Todos os três enfrentam acusações de homicídio premeditado, com possibilidade de serem executados por um pelotão de fuzilamento.
O adiamento cegou a esposa de Radmanovic, Jazmyn Gourdeas, que sobreviveu ao ataque e foi para Bali esperando que o veredicto fosse proferido.
“Você está brincando”, disse ela ao tribunal depois de saber do atraso.
“Acho isso ridículo, deveríamos ter sido informados antes porque gastamos muito dinheiro voando para cá hoje.”
No momento das filmagens, Gourdeas estava em Bali comemorando seu aniversário com Radmanovic, sua irmã Daniella e o parceiro de Daniella, Sanar Ghanim.
Ghanim também foi baleado no ataque, mas sobreviveu.

Gourdeas apelou repetidamente à punição mais severa, dizendo ao tribunal em depoimentos anteriores que quer a pena máxima para os alegados assassinos do seu marido.
A semana passada trouxe alívio para três australianos, pois os promotores apresentaram seu pedido de sentença sem pedir a pena de morte. Recomendaram 18 anos de prisão para os dois homens armados acusados – Coskun e Tupou – e 17 anos para o homem que, segundo eles, planejou o ataque, Jenson.
A polícia alega que Jenson organizou o ataque enquanto Coskun, de 22 anos, e Tupou, de 27, realizavam o ataque.
Mas os dois supostos atiradores disseram que o tiroteio fatal não foi intencional.
Os homens disseram ao tribunal de Bali que a morte de Radmanovic não foi planejada, mas em vez disso foram enviados à villa para ameaçá-lo por causa de uma dívida não paga.
Os três homens regressarão agora ao tribunal na segunda-feira, altura em que se espera que o tão esperado veredicto seja proferido.






