Yusril disse que o Estado existe para proporcionar segurança jurídica nas profissões de saúde, não para controlá-las

Sexta-feira, 13 de março de 2026 – 22h17 WIB

Jacarta – Após duas decisões importantes do Tribunal Constitucional (MK), surgiu um debate sobre a gestão da profissão de saúde na Indonésia. A decisão provocou um amplo debate entre académicos, organizações profissionais e advogados sobre como a relação entre o Estado, as organizações profissionais e as instituições de ensino em saúde deveria ser regulamentada no futuro.

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Esta questão foi um dos temas discutidos no fórum da Assembleia Nacional intitulado O Futuro dos Conselhos, Faculdades e Conselhos de Disciplina Profissional, na sequência da última decisão do MK realizada em Jacarta. Esta actividade contou com a participação de diversas personalidades de organizações governamentais, académicas e profissionais provenientes de diferentes regiões da Indonésia.

O Ministro Coordenador do Direito, Direitos Humanos, Imigração e Correções, Yusril Ihza Mahendra, enfatizou na ocasião a importância do equilíbrio entre o Estado e as organizações profissionais na regulação do sistema de profissões de saúde na Indonésia. Segundo ele, não é necessário um novo domínio de um partido, mas sim um sistema mais equilibrado.

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“De acordo com a ciência institucional moderna, o domínio que muda de mãos ainda é considerado domínio, e o que é necessário não é um novo domínio, mas um novo equilíbrio”, disse Yusril.

Este parecer foi emitido num momento em que foram proferidas duas decisões importantes do Tribunal Constitucional, nomeadamente a decisão MK número 111/PUU-XXII/2024 e a decisão MK número 182/PUU-XXII/2024. Estas duas decisões dizem respeito à regulamentação das profissões de saúde, que anteriormente eram regulamentadas pela lei número 17 de 2023.

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Segundo Yusril, o tribunal viu riscos potenciais na proposta de delegar outras medidas decorrentes desta lei. As delegações que deveriam ser apenas técnicas são consideradas delegações que têm o potencial de abrir espaço para intervenções substantivas que possam afetar a independência académica na educação e na profissão médica.

Um aspecto de interesse é a posição do Colégio no sistema da profissão médica. O Tribunal de Contas considerou que a construção que colocou o Colégio no Conselho tinha o potencial de criar incertezas que poderiam comprometer a independência da instituição.

Na verdade, a faculdade deveria funcionar como uma instituição acadêmica que mantém padrões acadêmicos e competência profissional. Portanto, considera-se necessário que esta instituição seja independente, para que não seja influenciada por interesses administrativos ou pela extensão de interesses institucionais.

Outro lado

Além disso, o Tribunal enfatizou que as questões de ética e disciplina profissional não pertencem ao executivo, mas fazem parte do próprio grupo profissional. O Estado ainda tem um papel importante, mas não para assumir essas funções profissionais.

Outro lado



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