Terça-feira, 27 de janeiro de 2026 – 01h13 WIB
Ottawa, VIVA – O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, disse que seu país “não tem intenção” de buscar um acordo de livre comércio com a China, depois que o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, alertou sobre planos para impor tarifas de 100 por cento às exportações canadenses.
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Carney enfatizou que Ottawa continua comprometida com as suas obrigações no âmbito do Acordo Canadá-Estados Unidos-México (CUSMA) e não prosseguirá com nenhum acordo comercial sem passar pelo processo de consulta.
Num post no Truth Social no sábado, Trump acusou Carney de tentar fazer do Canadá um “porto de trânsito” para produtos chineses. “Ele está errado”, escreveu Trump.
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As tensões aumentaram depois de Trump ter retirado o convite de Ottawa para o Conselho de Paz, citando o discurso de Carney no Fórum Económico Mundial (WEF), que alertou para os perigos da pressão económica por parte das grandes potências.
Embora Trump tenha apoiado anteriormente os esforços do Canadá para explorar as relações comerciais com a China, a administração dos EUA vê agora o “acordo antecipado” de Ottawa com Pequim como um risco para a segurança comercial dos EUA.
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O acordo, finalizado em 16 de janeiro, permite que 49 mil veículos elétricos fabricados na China entrem no Canadá todos os anos com uma tarifa de 6,1%.
Em troca, Pequim reduzirá as tarifas sobre as exportações agrícolas canadianas, incluindo o óleo de canola, de 85% para 15% a partir de 1 de Março.
Outros produtos, como a farinha de canola canadiana, a lagosta, o caranguejo e as ervilhas, estarão isentos das tarifas anti-discriminação da China pelo menos até ao final de 2026.
“Este acordo aborda uma série de questões que surgiram nos últimos anos”, disse Carney. “Este acordo é totalmente compatível com CUSMA.” (Formiga)
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VIVA.co.id
26 de janeiro de 2026





