Quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026 – 16h36 WIB
VIVA – Um total de 12 membros da polícia da Malásia foram presos sob suspeita de envolvimento em um assalto em grupo no valor de cerca de RM200.000 ou o equivalente a US$ 51.000 (Rp795,6 milhões) em criptomoeda após uma invasão a um bangalô no início de fevereiro.
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A prisão foi feita depois que um cidadão chinês de 31 anos que afirma ser pesquisador de mercado relatou o incidente à polícia.
De acordo com informações divulgadas Novos Tempos do Estreito (NST) na quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026, todos os moradores da casa atacada eram cidadãos chineses. Eles estiveram na Malásia a convite de uma empresa local para participar de negociações comerciais.
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O advogado da vítima, que apenas quis ser identificado como Charles, disse que os seus clientes entraram na Malásia entre 27 e 30 de janeiro e que a maioria deles visitava o país pela primeira vez.
Dos 12 policiais detidos, quatro eram agentes do Departamento Federal de Investigação de Crimes Comerciais. A turma era composta por um subchefe de polícia, um inspetor, um sargento, seis cabos, dois cabos subalternos e um policial regular. A idade dos suspeitos variava de 24 a 47 anos.
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Com base em recursos NST, a operação foi realizada no dia 5 de fevereiro, por volta das 23h. pelo Esquadrão Distrital de Crime Comercial. Os agentes disseram que estavam a conduzir uma operação antifraude com o codinome “Operação Taring” e suspeitavam que os ocupantes estavam envolvidos em atividades fraudulentas online ligadas a um sindicato cambojano.
No entanto, após verificação de dispositivos eletrônicos e passaportes, nenhuma evidência de atividade criminosa foi encontrada. A fonte disse ainda que não há registo de vítimas que tenham viajado para o Camboja.
Um grupo de cidadãos chineses disse ser pesquisador de mercado e trabalhar para uma empresa sediada na China. No entanto, eles teriam sido ameaçados de prisão e ações de imigração, a menos que pagassem aos policiais RM400.000.
Uma das vítimas estava preocupada com a sua segurança e contactou os seus superiores na China. Os suspeitos então supostamente concordaram em pagar aproximadamente US$ 50.000 em criptomoeda Tether, que foi transferida para uma carteira digital fornecida pelos policiais.
O pagamento ocorreu nas primeiras horas da manhã e, após a confirmação da transação, os policiais deixaram o local. Antes de partirem, teriam alertado os moradores para desocuparem a casa em dois dias, caso contrário enfrentariam novas ações.
Outro lado
Uma investigação preliminar levou à prisão de sete policiais do Departamento Distrital de Investigação Criminal. Mais quatro policiais da Unidade de Cibernética e Forense Digital também foram detidos posteriormente. Sabe-se que os suspeitos cumpriram pena entre dois e 27 anos.




