Estados Unidos, VIVA – O caso Jeffrey Epstein continua a receber muita atenção, inclusive por parte de membros do DPR dos Estados Unidos. Recentemente, um membro do Partido Democrata na Câmara dos Representantes dos EUA, Ted Lieu, deu uma conferência de imprensa. Em sua declaração, Lieu pediu ao público e à mídia que analisassem mais seriamente os documentos de Jeffrey Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) na última sexta-feira. Isto decorre do aparecimento frequente do nome do presidente Donald Trump no documento.
Lieu disse em entrevista coletiva que os documentos de Epstein continham alegações perturbadoras, incluindo referências a estupro e ameaças a crianças, e criticou a forma como o Departamento de Justiça dos EUA lidou com a divulgação dos documentos e interpretou as leis federais sobre tráfico sexual. Isso é citado no site Tempos de negócios internacionaisSexta-feira, 6 de fevereiro de 2026.
Lieu pediu aos repórteres e investigadores que analisassem mais profundamente o conteúdo dos documentos de Epstein depois que o nome de Trump apareceu repetidamente nos documentos. Ele também expressou preocupação com a declaração do procurador-geral adjunto, Todd Blanche, de que namorar Epstein não era automaticamente um crime, embora Epstein fosse suspeito de estar envolvido no tráfico de menores para exploração sexual. Segundo Lieu, participar de eventos onde há suspeita de tráfico de menores pode violar a lei federal.
Mas o Departamento de Justiça e o FBI, que supervisionou a divulgação de mais de três milhões de páginas de documentos ao abrigo da Lei de Transparência de Ficheiros Epstein, disseram publicamente que nada nos documentos recentemente divulgados serve de base para novas acusações criminais contra alguém, incluindo o Presidente Trump. A vice-procuradora-geral Blanche disse aos repórteres que todos os materiais foram revisados e nenhuma evidência digna de novo processo foi encontrada.
Segundo relatos da mídia, os arquivos divulgados pelo Departamento de Justiça contêm muitas referências ao presidente Trump. A maioria dos nomes vem de registros de voos, e-mails e correspondências relacionadas ao círculo social e assuntos financeiros de Epstein, alguns deles datados de décadas atrás.








