O Partido Legalize Cannabis no Sul da Austrália revelou como seria um dispensário regulamentado de cannabis se a droga fosse legalizada – mas os líderes da saúde continuam firmemente contra.
O partido organizou uma simulação de varejo para demonstrar como funcionaria uma loja licenciada, com entrada restrita a clientes maiores de 18 anos apresentando identificação.
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Dizem que é um modelo de sistema espelho que já existe no exterior.
A legalização da maconha afirma que o programa poderia gerar US$ 1 bilhão em receitas estaduais ao longo de quatro anos se a maconha fosse vendida legalmente.
“Estamos mostrando exatamente como funciona em outros países – e quais podem ser os benefícios em todo o estado”, disse a candidata principal Jessica Nies ao 7NEWS.
“Esse dinheiro poderia voltar para infraestruturas, estradas, escolas, hospitais.”

Mas os líderes da saúde não estão convencidos.
A Associação Médica Australiana reconhece que a cannabis tem um papel no tratamento de certas condições, mas afirma que não mudará a sua posição sobre o uso recreativo.
“Queremos usar maconha com segurança”, disse Jason Meotti, gerente de campanha da Legalize Marijuana.
“A única maneira de isso acontecer é com regulamentações sanitárias fortes”, disse o presidente da AMA SA, Peter Subramaniam.
O partido argumenta que a legalização não é uma preocupação, dizendo que muitos sul-australianos já usam cannabis e que é melhor que o estado transfira a droga das ruas para um mercado regulamentado.
O primeiro-ministro Peter Malinauskas rejeitou a ideia, dizendo que o foco do governo era manter os jovens saudáveis e activos.






