Já se passaram quase dois anos desde que a ginasta norte-americana Jordan Chiles perdeu sua medalha de bronze olímpica nas Olimpíadas de Paris de 2024 em exercícios de solo.
O incidente foi uma das maiores polêmicas esportivas da memória recente, e muitos torcedores estavam fixados nas injustiças que acreditam que o Chile sofreu nas mãos do Tribunal Arbitral do Esporte.
A ginasta da UCLA apresentou vários recursos ao Supremo Tribunal Federal Suíço. Isso incluiu evidências em vídeo de que ela enviou uma consulta sobre sua pontuação dentro do tempo exigido após o término de sua rotina diária. Isso a ultrapassou Ana Barbosu e Sabrina Voinea da Romênia, que a ultrapassou do quinto para o terceiro lugar.
Barbosu acabou conquistando o terceiro lugar e a medalha de bronze. Mas isso pode mudar com o recente reconhecimento do próprio Chile.
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“Em 23 de janeiro, o Supremo Tribunal Federal Suíço concordou que uma prova fundamental não havia sido levada em consideração: um vídeo que acreditamos mostra que concluímos o desafio dentro do prazo necessário. Conquistei devidamente meu lugar no pódio naquele dia”, disse Chiles à revista Time.
“Quando o Supremo Tribunal Federal Suíço decidiu que eu deveria considerar o vídeo, senti algo que não sentia há muito tempo: alívio, validação e paz. Não porque a jornada acabou. Mas porque foi a primeira vez que o sistema aceitou o que eu tinha dito o tempo todo. Esse atleta merece justiça. Merecemos o devido processo. Merecemos ser ouvidos.”
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Chiles admitiu no ano passado que ainda mantém a medalha de bronze. Ela esclareceu que o Comitê Olímpico Internacional nunca lhe tirou a medalha de bronze.
Se o SFSC concordar em permitir que as evidências de vídeo que Chiles apresentou em sua apelação sejam usadas na determinação dos 3-5 lugares reais, há uma boa chance de Chiles ser movido de volta para o terceiro lugar e reconhecido como o legítimo medalhista de bronze.
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