Domingo, 4 de janeiro de 2026 – 16h49 WIB
Jacarta – Fórum de Justiça e Democracia (JDF) O presidente da Ásia-Pacífico, Jazuli Juwaini, condenou veementemente o ataque militar dos Estados Unidos (EUA) à Venezuela. Considerou esta acção unilateral, que viola os princípios básicos do direito internacional e ameaça a ordem mundial.
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Segundo Jazuli, o ataque militar não só violou a soberania do Estado, mas também ignorou os mecanismos jurídicos e diplomáticos internacionais, que foram a base para a criação da paz e da ordem mundiais.
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foto:
- ANTARA/Verdade Social @realDonaldTrump
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“O ataque dos Estados Unidos à Venezuela é uma violação grave do direito internacional e da Carta das Nações Unidas. Nenhum país pode usar unilateralmente a força militar em nome de interesses políticos e do poder”, disse Jazuli num comunicado no domingo (4 de janeiro de 2026) em Jacarta.
Ele destacou relatos de que os Estados Unidos não apenas realizaram o atentado, mas também prenderam o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Dado que a Venezuela é um país soberano, Jazuli acredita que esta acção excede claramente o direito internacional civilizado.
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Jazuli lembrou que a prática do uso unilateral da força militar é muito perigosa se for permitida e considerada algo normal nas relações internacionais.
“Não deixem que esta acção se torne má, como se o direito internacional já não fosse respeitado, e mesmo violado por países poderosos. Se o direito internacional entrar em colapso, o mundo estará à beira do caos e da desordem globais”, continuou ele.
Um membro do RI DĽR da facção PKS também enfatizou que o não cumprimento do direito internacional tem o potencial de aumentar o conflito aberto entre os países e aumentar a escalada das tensões globais.
“Sob condições como estas, a ameaça de uma terceira guerra mundial não é impossível. A guerra pode eclodir a qualquer momento se os países poderosos continuarem a afirmar a sua vontade com a força militar”, disse Jazuli.
Dada esta condição, a JDF Ásia-Pacífico apela às Nações Unidas e à comunidade internacional para que atuem com firmeza, apliquem de forma justa o direito internacional e promovam a resolução de conflitos através do diálogo e da diplomacia, e não da violência.
“A paz mundial só pode ser mantida se todos os países, sem exceção, respeitarem o direito internacional e defenderem os princípios da justiça e da humanidade”, disse ele. (Fonte ANTARA)
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4 de janeiro de 2026






