Sábado, 10 de janeiro de 2026 – 20h19 WIB
Jacarta – O ator Ammar Zoni está de volta aos holofotes públicos depois que fatos chocantes foram revelados no julgamento subsequente realizado no Tribunal Distrital Central de Jacarta. Durante o julgamento, foi revelado como Ammar continuou a se comunicar com as pessoas mais próximas dele, incluindo sua namorada, mesmo enquanto cumpria pena na prisão.
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Ammar Zoni admitiu abertamente ao júri que ainda consegue comunicar através de um telemóvel na prisão.
Curiosamente, Ammar não usa aplicativos convencionais de mensagens instantâneas como WhatsApp ou Telegram. Na verdade, ele mencionou um aplicativo chamado Zangi como seu principal meio de comunicação.
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“O médico (comunicação) e eu usamos o aplicativo Zangi”, disse Ammar Zoni na quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, no tribunal do Tribunal Distrital Central de Jacarta.
A admissão suscitou imediatamente diversas especulações, particularmente sobre como as comunicações dentro do centro de detenção poderiam ser acessadas.
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Ammar Zoni revelou ainda que o aplicativo não servia apenas para se comunicar com a Dra. Kamelia, que era conhecida como sua namorada, mas também com familiares.
“Meu irmão mais novo também”, disse ele secamente.
Além disso, Ammar explicou que o Zangi possui um sistema e funcionalidades semelhantes a outros aplicativos populares de mensagens instantâneas. Segundo ele, o funcionamento do aplicativo não difere muito das plataformas de comunicação conhecidas pela comunidade em geral.
“Sim, também existe o WhatsApp, o Zangi também, é igual a um telegrama normal. Isso mesmo”, destacou Ammar Zoni.
O depoimento de Ammar foi reforçado pelo depoimento da Dra. Kamelia, que também foi apresentado no julgamento. Ele confirmou que o uso do aplicativo Zangi se tornou uma prática comum em seu ambiente de comunicação.
“O aplicativo Zangi? Sim, eu também tenho o aplicativo Zangi. Panji, Adit e eu usamos muito o Zangi”, disse a Dra. Kamelia.
Uma questão que se tornou um problema sério é o mecanismo de Ammar Zoni para obter acesso a telemóveis na prisão.
A Dra. Kamelia revelou que Ammar não tinha um número de telefone fixo porque o celular que ele usava não era permanentemente privado.
“É claro que, além do mais, Bang Ammar às vezes pega emprestado seu celular. Então, se você me ligar, Bang Ammar deve ter números diferentes, você sabe. Portanto, não é apenas um número”, explicou ele.
Outro lado
Ele também expôs a prática de emprestar telemóveis em centros de detenção a determinadas taxas. Segundo ele, esse espaço é uma solução alternativa para os presos manterem contato com familiares e parentes de fora.




