Índia limita tarifas aéreas enquanto crise do IndiGo deixa centenas de pessoas presas

<span>HISTÓRIA: A Índia restringiu as tarifas aéreas no sábado (6 de dezembro), quando centenas de passageiros ficaram presos nos aeroportos de Bengaluru e Mumbai. </span><span>Isso ocorreu no momento em que a IndiGo cancelou 385 voos no quinto dia da crise que paralisou as viagens aéreas.</span><span>A maior companhia aérea do país cancelou milhares de voos esta semana devido à falta de pilotos.</span><span>As novas regras que limitam o horário de trabalho dos pilotos não foram devidamente planeadas. </span><span>Na sexta-feira, o governo anunciou isenções especiais de regulamentação para a transportadora, que enfrenta o pior desafio da sua história. </span><span>Os sindicatos de pilotos opõem-se fortemente a que a Índia isente o IndiGo das normas de segurança dos pilotos.</span><span>Devido ao elevado número de cancelamentos de voos IndiGo, os preços dos voos operados por outras companhias aéreas aumentaram. </span><span>O governo disse que estava limitando os preços dos ingressos para manter a disciplina de preços.</span><span>Nova Delhi disse que as tarifas não podem exceder US$ 83 para uma viagem só de ida de até 310 milhas.</span><span>Para viagens de até aproximadamente 1.500 km, esse valor deverá ser de no máximo US$ 167. </span><span>Isso é significativamente inferior ao preço de US$ 227 anunciado pela Air India para o voo de sábado de Delhi para Mumbai, que se enquadra nesta categoria.</span><span>A IndiGo tem mais de 60% de participação de mercado no país mais populoso do mundo e aposta na pontualidade e nos preços mais baixos. </span><span> A companhia aérea disse que poderia retornar às operações normais entre 10 e 15 de dezembro.</span>

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