Assista à entrevista completa de Michael Eisner com Graham Bensinger

Nos anos desde que Michael Eisner encerrou seu mandato como CEO e Presidente da Walt Disney Company, seu apreço entre os fãs da marca e seguidores ocasionais da empresa cresceu em estima e importância. Isso não é apenas nostalgia, é uma retrospectiva da soma total do que ele realizou e sua completa transformação de um estúdio que na época era mais uma operação familiar do que um rolo compressor global.

Agora Eisner deu uma rara entrevista de longo prazo com o jornalista vencedor do Emmy Graham Besinger. A conversa passa de sua infância e vida familiar, crescendo até seu estilo de liderança (sim, ele ainda defende seu estilo de microgerenciamento) e trabalhando com gente como Rupert Murdoch, Barry Diller e Harvey Weinstein (a quem Eisner descreveu como “um porco”). Você também pode aprender sobre a decisão que Steven Spielberg tomou de reduzir o orçamento de “Os Caçadores da Arca Perdida”, que se tornou uma faceta icônica da franquia.

Os destaques deste episódio de “In Depth with Graham Besinger” incluem sugestões de que Jimmy Kimmel, a quem Eisner apoiou publicamente, deveria ir atrás de ambos os partidos políticos (“Você certamente pode ser crítico e ter uma vantagem, mas deveria ser assim com todos”), bem como o relacionamento do líder com Steve Jobs, ex-proprietário da Pixar. “Ele era claramente uma das pessoas mais criativas que já entenderam a simplicidade, o marketing e tecnologia suficiente para ser, na melhor das hipóteses, perigoso. Ele realmente não conhecia a Pixar”, diz Eisner.

Eisner também opinou sobre o estado atual da empresa, dizendo que foi ele quem sugeriu que Bob Iger assumisse seu lugar. “Ele não foi a primeira escolha do conselho no início”, disse ele.

Na semana passada, Besinger lançou um clipe com Eisner do casal no lote da Disney. Eisner falou sobre os arquitetos que trouxe para a empresa durante sua gestão, que o New York Times na época descreveu como um movimento arquitetônico chamado “Disney Deco”. O edifício principal, conhecido como Team Disney Burbank, foi construído pelo favorito de Eisner, Michael Graves, e é conhecido como Edifício Michael Eisner. Veja abaixo.

O legado de Eisner é complicado, cheio de altos e baixos quase subterrâneos. Ele acabou sendo deposto por Roy E. Disney, sobrinho de Walt, no meio de uma campanha conhecida como “Salve a Disney”. Mas quando ele foi trazido para a empresa em 1984, junto com Frank Wells, foi depois de uma tentativa do Green Mail por parte de invasores corporativos que teria efetivamente demolido a empresa Disney, com várias divisões vendidas como sucata. Eisner e Wells não apenas reuniram a empresa, mas trouxeram de volta a unidade de animação em dificuldades, reforçaram os parques temáticos (incluindo a decisão quase desastrosa de abrir um parque fora de Paris) e investiram em novos caminhos como o vídeo doméstico, que ainda não tinha sido realmente explorado.

Foi uma época selvagem e inebriante, e esta entrevista relembra lindamente quem Eisner é como líder e quais foram suas conquistas dentro e fora da empresa (esteja avisado: fala-se muito sobre futebol).

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