O atacante do Wolves, Arokodare, fala sobre abuso racista
Tolu Arokodare pede consequências: ‘Não há lugar para racismo no futebol’
O atacante do Wolves, Tolu Arokodare, revelou que foi alvo de abusos racistas online e pediu ações firmes contra a discriminação no futebol.
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Arokodare condena racismo online
O atacante nigeriano Tolu Arokodare se tornou o mais recente jogador de futebol a se manifestar contra o racismo depois de ser vítima de abusos nas redes sociais.
O atacante do Wolverhampton Wanderers compartilhou uma mensagem no Instagram expressando choque com o fato de mensagens racistas continuarem a circular livremente sem consequências.
Em sua postagem, Arokodare disse que era “incrível” que as pessoas ainda se sentissem livres para espalhar o racismo online. Ele enfatizou que os responsáveis não têm lugar no futebol e pediu uma ação coletiva para punir aqueles que prejudicam o esporte.
A mensagem foi rapidamente apoiada por torcedores, outros jogadores e figuras do futebol, muitos dos quais elogiaram Arokodare por se manifestar.
Apoio a clubes e ligas
Os Wolves reagiram rapidamente emitindo uma declaração oficial de apoio ao seu jogador. O clube disse estar “enojado” com o abuso e confirmou ter denunciado as postagens nas plataformas de mídia social.
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Os Wolves também afirmaram que trabalhariam com a Premier League e as autoridades para identificar os responsáveis.
A Premier League também divulgou um comunicado prometendo apoio aos Wolves e prometendo sérias consequências para qualquer pessoa considerada culpada. Reiterou a sua mensagem de que o futebol é para todos e que o racismo não tem lugar no jogo.
Parte de um problema mais amplo
O caso de Arokodare ocorreu durante o que grupos antidiscriminação descreveram como um “fim de semana assustador” para o futebol inglês.
A Kick It Out confirmou que vários jogadores foram alvo de ataques online, incluindo Wesley Fofana e Hannibal Mejbri após as últimas partidas de seus clubes.
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A Kick It Out disse que os incidentes mostraram mais uma vez a necessidade urgente de uma ação mais forte, especialmente por parte das plataformas de mídia social.
A organização enfatizou que não se deve esperar que os jogadores tolerem abusos racistas e que as palavras devem ser seguidas de ações reais.







