Por que o VAR demorou tanto para conceder o gol disputado do Newcastle contra o Chelsea

A Premier League confirmou que “problemas técnicos” com o sistema de impedimento semiautomático levaram a uma longa verificação do VAR antes que o segundo gol de Nick Woltemade, do Newcastle, contra o Chelsea, fosse finalmente marcado.

Woltemade, que marcou um gol contra na derrota do Newcastle para o rival Sunderland no fim de semana passado, passou de zero a herói em uma exibição impressionante no primeiro tempo em St James’ Park, finalizando um excelente cruzamento de Anthony Gordon.

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O atacante alemão cronometrou sua jogada perfeitamente, já que a defesa do Chelsea não conseguiu avançar a tempo, com um toque hábil que ultrapassou o goleiro Robert Sanchez.

(Imagens Getty)

Mas, para frustração dos torcedores do Newcastle, houve uma longa verificação do VAR antes do gol ser marcado. Conforme confirmado pela Premier League, o sistema semiautomático de impedimento caiu durante a verificação, o que fez com que o VAR Peter Bankes e o assistente VAR Eddie Smart tivessem que traçar as linhas de impedimento manualmente.

Um comunicado do Premier League Match Center explicou: “O gol do árbitro foi verificado e confirmado pelo VAR, com Woltemade em posição de jogo.

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“Devido a problemas técnicos, a tecnologia de impedimento semiautomática (SAOT) não estava disponível durante a verificação do VAR. O VAR teve que construir linhas manualmente para determinar esta decisão.”

Gol concedido após VAR colocar ‘marcadores’ manualmente (Premier League Match Centre)

Gol concedido após VAR colocar ‘marcadores’ manualmente (Premier League Match Centre)

A tecnologia de impedimento semiautomático (SOAT), que foi usada na Copa do Mundo de 2022 e está em operação na Liga dos Campeões há vários anos, estreou no futebol inglês na Copa da Inglaterra na temporada passada, antes de ser introduzida na Premier League em abril.

O SAOT foi projetado para fornecer posicionamento mais eficiente e preciso da linha de impedimento, com base em uma imagem gerada pelo rastreamento do jogador e 30 câmeras no estádio. A Premier League criou sua própria tecnologia com a PGMOL e o fornecedor Genius Sports.

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