Negociações WNBA CBA em ponto crítico enquanto Kelsey Plum e Breanna Stewart dão alarme sobre a falta de transparência

Quase 17 meses após a negociação coletiva que oscilou entre ondas de atividade e períodos de silêncio, a barragem rompeu-se na terça-feira. Ele expôs questões que vinham fermentando há meses na Associação de Jogadores da WNBA.

Nem todos concordam. Nem todos estão sendo considerados ou mesmo envolvidos. Nem todo mundo sabe o que está acontecendo. E tudo isso, à medida que o sindicato e a liga se aproximavam da data de 10 de março, a liga deu à WNBPA como prazo final do CBA para a temporada começar a tempo.

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É mais confuso a cada minuto.

A ESPN informou na noite de terça-feira que Kelsey Plum, a primeira vice-presidente do sindicato, e Breanna Stewart, a vice-presidente, escreveram uma carta privada à diretora executiva do sindicato, Terri Jackson, expressando preocupações sobre como o sindicato está lidando com as negociações, “incluindo a falta de participação adequada dos jogadores no processo”.

Disseram que embora o sindicato tenha optado por não participar do CBA anterior há mais de 16 meses, “estão cientes dos detalhes dessas negociações há menos de dois meses, tendo visto uma proposta pela primeira vez em janeiro”, segundo a ESPN. Os seus pedidos de informações específicas ao sindicato ficaram sem resposta, disseram. Faz sentido que uma enxurrada de propostas tenha ocorrido nas últimas semanas, após o impasse que se seguiu a um terceiro prazo que as partes não conseguiram prorrogar.

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