Duas grandes preocupações nos dois primeiros jogos de Rosenior podem revelar-se um grande problema durante a sua gestão no Chelsea

O técnico do Chelsea, Liam Rosenior, assumiu o comando em seu primeiro jogo em Stamford Bridge, perdendo por 3 a 2 para o Arsenal na primeira mão das semifinais da Copa da Liga.

O Chelsea foi o arquitecto da sua própria queda, já que dois erros de Robert Sanchez e um belo golo de Martin Zubimendi deram aos Gunners a vantagem para a segunda mão.

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Embora os Blues tenham mostrado alguma coragem, a formação de Rosenior tinha aparentes fraquezas que o Arsenal explorou facilmente.

Em primeiro lugar, a estrutura de pressão do Chelsea deixou muito a desejar. A intenção de pressionar alto era clara, mas a execução foi desarticulada.

O Chelsea muitas vezes saltava para enfrentar os defesas-centrais do Arsenal sem apoio adequado atrás da linha de frente, deixando amplos espaços para os Gunners jogarem.

A imprensa carecia de coesão e sincronização, com os indivíduos avançando em vez da unidade movendo-se em sincronia, tornando mais fácil para o Arsenal evitar a pressão inicial.

Esta falha estrutural rapidamente se tornou um problema maior. O Chelsea era muito fácil de jogar.

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O Arsenal interveio e avançou pelo meio-campo com uma regularidade alarmante, raramente precisando forçar ou esticar.

Zubimendi, Declan Rice e Martin Odegaard encontraram repetidamente espaços entre as linhas do Chelsea.

Eles estavam recebendo no meio round e chegando a um resultado final que recuava constantemente.

As lacunas no meio-campo eram intrigantes, especialmente quando a equipe de Rosenior perdeu a forma após uma pressão fracassada.

Repetidamente, eles pegaram o meio-campo do Chelsea fora de posição, perseguindo sombras enquanto os corredores passavam por eles.

Assim que um jogador saiu, seguiu-se o efeito dominó, abrindo corredores para a incerta retaguarda do Chelsea.

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Criou um bloco esticado e quebrado que ofereceu pouca resistência e provocou pressão sobre uma defesa que já carecia de proteção.

Este não foi um caso isolado. A vitória do Chelsea por 5-1 sobre o Charlton Athletic elogiou o seu desempenho real, onde as mesmas questões estruturais provaram ser um grande problema.

Poderá ser um grande problema se a imprensa agressiva não conseguir manter os adversários afastados.

Apesar de todos os flashes ofensivos que os Blues mostraram, sua estrutura fora da bola contou a verdadeira história, e até que Rosenior reforce essa estrutura, os londrinos do oeste terão dificuldades.

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