Carlos Ancelotti concedeu uma de suas entrevistas mais pessoais desde que assumiu o comando da seleção brasileira.
De seu escritório na CBF ele conversou com o técnico italiano Marca de rádio discutir o seu papel atual com a “Canarinha” e partilhar diversas reflexões profundas sobre o estado atual da Real Madridum clube com o qual mantém um vínculo emocional inquebrável.
O técnico não escondeu a magnitude do desafio que tem pela frente: devolver o Brasil ao topo do futebol mundial. “Há muito tempo que pedem o sexto. Isto não é apenas um golo, é também uma motivação”, acrescentou. ele afirmou com firmeza sobre a possibilidade de conquistar a sexta estrela.
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Apesar das dúvidas iniciais sobre um treinador estrangeiro, Carlo sente-se realizado: “As pessoas me recebem muito bem aqui, sou muito respeitado e querido. É uma cidade alegre, alegre e bem humorada.”
Como Madrid mudou em dois anos?
Um dos pontos mais interessantes foi a sua análise da evolução do Real Madrid após o XV. Ancelotti explicou que as mudanças de ciclo não são fáceis: “O futebol muda com poucas coisas e, com isso, a química muda. Não se trata apenas de trocar Kroos por Mbappé”.
Segundo o italiano, as saídas de figuras como Nacho ou a lesão de Carvajal obrigaram a uma reestruturação interna: “A geração antiga criou um ótimo ambiente, e um novo com personalidade precisa surgir. Isso não acontece com um clique; leva tempo.”
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Vinicius, sua grande referência
Quanto a Vinícius Jr., seu grande trunfo tanto em Madrid como agora na seleção nacional, Ancelotti tem sido contundente na defesa de sua competitividade: “Vinicius nunca falhou em jogos importantes. Não me lembro de uma semifinal ou quartas de final em que Vini tenha falhado.”
Ele também destacou o lado humano do extremismo: “Ele é humilde, alegre e extraordinariamente talentoso. Estou convencido de que fará uma grande Copa do Mundo.”
Carletto, convencido deste Madrid… e com uma piscadela para Valverde
Por fim, o treinador analisou o próximo confronto da Liga dos Campeões entre Madrid e Madrid Cidade de Manchester. Com a confiança que lhe é característica, apostou no avanço dos brancos.
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“Sim, o Real Madrid vai passar. É preciso defender bem e manter o equilíbrio. É o ideal.” Ele até compartilhou uma anedota com Fede Valverde após sua ótima atuação no jogo de ida: “Mandei uma mensagem para ele. Eu disse: ‘É uma pena que você não tenha passaporte brasileiro'”.
Este artigo foi traduzido para o inglês pela Inteligência Artificial. Você pode ler a versão original em aqui.




