- Relatório da Logitech afirma que o ruído é o maior assassino de produtividade dos trabalhadores de escritório
- A má qualidade do ar também os retarda
- Mais de 70% dos funcionários admitem que se distraem no escritório, então o que pode ser feito
Os trabalhadores já se manifestam contra o regresso ao escritório, citando a redução da produtividade do escritório e a perda de flexibilidade, e uma nova investigação da Logitech apoia isto – diz-se que as distrações no escritório custam às empresas do Reino Unido mais de 330 milhões de horas por ano.
Quase três em cada quatro participantes (71%) admitem que as distrações no escritório reduzem a produtividade, com um quarto perdendo pelo menos uma hora por semana devido a um “clima de produtividade” fraco, como ruído, iluminação, qualidade do ar ou tecnologia desatualizada.
Na verdade, descobriu-se que o ruído é o maior destruidor de produtividade em geral, sendo falar alto (43%) e digitar alto (21%) os principais culpados.
Escritórios não são ambientes propícios à produtividade
Mais de dois terços (69%) dos 2.000 trabalhadores híbridos e de escritório inquiridos discutiram com colegas sobre os níveis de ruído e mais de metade (51%) mudaram de lugar ou foram para casa por causa de conversas no escritório.
Além do óbvio, os trabalhadores também estão a ser afetados pela qualidade do ar. Salas de reuniões abafadas e pouca ventilação são os principais destruidores de produtividade aqui.
Olhando para o futuro, é claro que as empresas precisam de fazer mais para melhorar o ambiente de escritório se quiserem implementar ordens de regresso ao escritório. Um terço de cada um deseja sistemas de ventilação com ar fresco (32%), mais luz natural (32%) e cabines com isolamento acústico (31%).
“O escritório moderno precisa refletir a evolução das necessidades das pessoas que o ocupam e do trabalho que nele é realizado”, disse David Houseman, chefe de experiência de trabalho da Logitech.
O relatório também menciona o uso de biohacking para melhorar as condições, que é o uso de dados, ciência e tecnologia para otimizar o local de trabalho.
As descobertas da Logitech ocorrem um ano depois que a empresa lançou o Spot, um monitor de qualidade do ar de escritório de US$ 499.
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