Em 1984, Sunao Takatori usou seu sexto sentido para imaginar uma visão da computação que hoje é incrivelmente popular.


No início da década de 1980, enquanto Silicon Valley ainda debatia interfaces gráficas, unidades de disco e se as pessoas queriam um rato, o designer de software japonês Sunao Takatori, de 25 anos, descrevia calmamente o futuro assustador de 2026.

Em 1984, Alexander Besher, editor assistente InfoMundoEle viajou ao Japão para conhecer Takatori, que na época era o fundador da Ample Software. Em seu artigo publicado na edição de 28 de maio daquele ano, Besher descreveu Takato como “muito mais estranho do que Bill Gates, Gary Kildall, Mitch Kapor e Steve Wozniak juntos”.



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