Antes dos robôs modernos, um filme B de 1962 e uma pesquisa do MIT dos anos 1990 remodelaram a inteligência das máquinas.


Muito antes de assassinos ciborgues perseguirem Sarah Connor ou sentinelas patrulharem céus distópicos, o filme de baixo orçamento de 1962. A criação de humanóides (que pode ser encontrado no YouTube) fez uma pergunta preocupante que parece ainda mais relevante hoje: e se as máquinas não apenas servissem à humanidade, mas a substituíssem?

Situado em um mundo pós-nuclear, o filme retrata uma sociedade dominada por robôs. Um cientista aperfeiçoa um ‘transplante talâmico’, transferindo memórias humanas para corpos sintéticos ligados a um ‘computador central gigante’.



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