Sábado, 10 de janeiro de 2026 – 16h34 WIB
Jacarta – O caso de alegada utilização indevida de dados pessoais por funcionários inescrupulosos da PT Reska Multi Usaha ou da KAI Services está atualmente a atrair a atenção do público. A passageira admitiu ter sido contatada pessoalmente por um homem desconhecido que trabalha para a KAI, embora nunca tenha compartilhado o número de telefone com ninguém além da família.
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O incidente se tornou viral depois de ser carregado pela conta X (antigo Twitter) @oliveateem_. Na gravação, a vítima compartilhou uma captura de tela de uma pequena mensagem de um homem que alegou ter se sentado no assento ao lado dele durante a viagem de trem.
O homem escreveu: “Senhora, este é o meu número ao lado do seu assento”.
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A vítima admitiu que se sentiu imediatamente desconfortável. Ele também repreendeu o homem porque o número que ele usava era particular.
“Sinto muito, este é um número privado, nunca o compartilhei com ninguém além da minha família. Na verdade, fiquei desconfortável com o fato de meus dados serem acessados e usados como tópico de bate-papo”, escreveu a vítima em sua resposta.
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A vítima então explicou o início do incidente. Ele disse que o homem pediu para ele conversar no caminho, mas ele só respondeu quando necessário porque se sentiu desconfortável. A situação tornou-se estranha quando o homem disse subitamente o primeiro nome da vítima, embora a vítima nunca se tenha apresentado.
Ilustração: Rede ferroviária
“O Gong foi acionado quando, no meio de uma conversa, ele perguntou de repente: ‘Seu nome é (meu primeiro nome), não é?’ “Mesmo que não tenhamos mencionado o nome dele desde o início”, disse a vítima.
A princípio, a vítima ainda tentou pensar positivamente e desconfiou que havia um nome na passagem. Porém, a estranheza ficou ainda mais acentuada quando o homem também descobriu a idade da vítima. “Ele perguntou novamente: ‘São 26 no ano que vem, certo?’ “A partir daí fiquei chocado, como poderia saber”, continuou ele.
A vítima, que sentiu que algo estava errado, rastreou a identidade do homem. Ele admitiu que encontrou uma série de tags no aplicativo de rastreamento de contatos que vinculavam o número do homem ao PT Reska Multi Usaha ou KAI Services. Durante o confronto, o homem finalmente admitiu que obteve os dados da vítima porque trabalhava na KAI.
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Outro lado
A gestão da KAI Services confirmou que tomou medidas enérgicas para resolver a alegada violação. O gerente de comunicações corporativas da KAI Services, Nyoman Suardhita, pediu desculpas e enfatizou o compromisso da empresa em proteger os dados pessoais dos clientes.






