O ministro-chefe de Itanagar, Arunachal Pradesh, Pema Khandu, revisou na quarta-feira o plano diretor para o desenvolvimento do turismo proposto e do centro histórico-cultural em torno da histórica ponte Chakzam, no distrito de Tawang, destacando uma abordagem comunitária para preservar a rica herança de engenharia indígena da região.
Destacando a profundidade civilizacional do Himalaia, Khandu disse que a região tem uma longa história de engenharia inovadora.
“O Himalaia tem uma longa história de inovação em engenharia: pontes suspensas com correntes de ferro existiam aqui séculos antes de tais técnicas aparecerem em outros lugares”, disse Khandu em um post no X após a reunião em seu escritório aqui.
Dirigindo-se à Ponte Chakzam, Khandu disse que a estrutura do século XV é um exemplo poderoso de engenharia local e infraestrutura orientada para a comunidade.
“A histórica Ponte Chakzam em Mogto, tradicionalmente atribuída ao monge budista Thangthong Gyalpo e construída no século XV, é um exemplo importante de infraestrutura de engenharia local e orientada para a comunidade”, disse o ministro-chefe.
Khandu disse que o centro de património e turismo proposto em Mogto, no distrito de Tawang, foi concebido como um modelo que coloca as comunidades locais no centro da conservação e do desenvolvimento.
“Este património precisa de ser protegido, celebrado e partilhado de uma forma que beneficie as pessoas que vivem ao seu redor”, disse ele.
A Ponte Chakzam, localizada perto da vila de Mukto, atravessa o rio Tawang Chu e fica a cerca de 20-25 km da cidade de Tawang, na parte ocidental de Arunachal Pradesh.
Uma das pontes suspensas de corrente de ferro mais antigas da região, ela conecta assentamentos em ambos os lados do rio e continua sendo um marco cultural importante nas terras altas do Himalaia.
O ministro-chefe acrescentou que a ponte já é um ponto de interesse para os visitantes que viajam de Tawang em direção a Dirang e Bomdila e disse que a construção prevista irá impulsionar o turismo cultural, preservando ao mesmo tempo o seu significado histórico e cultural.
Ele enfatizou que o projeto deve equilibrar conservação, participação comunitária e turismo sustentável, garantindo que o legado da Ponte Chakzam continue a inspirar as gerações futuras.
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