Domingo, 4 de janeiro de 2026 – 16h53 WIB
Washington, VIVA – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que seu partido considerou matar o presidente venezuelano Nicolás Maduro durante uma operação para prendê-lo, uma declaração que atraiu o escrutínio internacional e aprofundou as tensões sobre as ações dos EUA no país latino-americano.
Leia também:
Ataque silencioso dos EUA à Venezuela exposto, operação secreta em preparação há meses até Maduro ser preso
“Isso poderia acontecer”, disse Trump aos repórteres no sábado, quando questionado se opções letais estavam sendo consideradas para a operação.
Presidente venezuelano Nicolás Maduro
Leia também:
Esta é a resposta da ONU depois que Trump prendeu o presidente venezuelano
Trump acrescentou que Maduro tentou escapar para um local considerado seguro durante a operação dos EUA, mas falhou.
Num comunicado separado citado pela mídia, Caine disse que Maduro e sua esposa, Cilia Flores, que os EUA disseram ter sido indiciada, acabaram se rendendo e estão detidos pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos com o apoio dos militares norte-americanos.
Leia também:
Malásia condenou a prisão do presidente venezuelano por Trump
A operação, disse Caine, foi realizada com “profissionalismo e precisão” sem causar vítimas por parte dos Estados Unidos. (Formiga)
JDF Ásia-Pacífico condena o ataque dos EUA e a prisão do presidente venezuelano, viola o direito internacional
A JDF Ásia-Pacífico condena veementemente o ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela. O presidente da JDF, Jazuli Juwaini, avaliou que esta ação violava o direito internacional.
VIVA.co.id
4 de janeiro de 2026






