O atacante Sardar Azmoun foi deixado de fora da seleção iraniana anunciada para dois preparativos para a Copa do Mundo, depois que a mídia iraniana informou que “ele foi retirado da seleção nacional por um suposto ato de deslealdade ao governo”.
Azmoun, que marcou 57 gols em 91 partidas internacionais, foi a ausência mais notável do elenco de 35 jogadores convocado pelo técnico Amir Galenoye na sexta-feira para amistosos contra Nigéria e Costa Rica, na cidade turca de Antalya.
Azmoun, que joga futebol nos Emirados Árabes Unidos pelo Shabab Al Ahli, incomodou as autoridades iranianas esta semana ao postar uma foto em seu feed do Instagram de uma reunião com o governante de Dubai, Mohammed bin Rashid Al Maktoum.
O Irã lançou ataques com mísseis e drones contra os Emirados Árabes Unidos depois que ataques aéreos dos EUA e de Israel mataram o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei.
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Uma reportagem da agência de notícias Fars, que tem ligações com a linha dura Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, citando uma “fonte informada da seleção nacional”, disse que Azmoun foi retirado do time.
A Federação de Futebol da República Islâmica do Irão (FFIRI) não respondeu a um pedido de comentário sobre a situação de Azmoun. A participação do Irã na Copa do Mundo permanece incerta devido ao conflito em curso com os Estados Unidos, que co-sedia o torneio de 11 de junho a 19 de julho, juntamente com o México e o Canadá.
A equipe também contou com a primeira convocação do atacante alemão Dennis Eckert, que joga no time belga do Standard, mas é descendente de iranianos por parte de pai.
Postado em 21 de março de 2026




