Os jogadores da WNBA comemoram um marco de vitórias em suas carreiras.
Afinal, a federação desportiva e a WNBA chegaram a um acordo provisório sobre um novo acordo coletivo de trabalho após 17 meses de negociações, um acordo que o vice-presidente da federação Ayesha Clark descrito como “um momento decisivo para o basquete feminino”.
“Estamos mudando a economia deste jogo”, compartilhou o atacante do Washington Mystics em uma declaração conjunta com o comissário da WNBA Cathy Engelbert à CNBC em 18 de março. “Jogadores que compartilham o negócio que construímos. Salários que refletem nossos valores. Um sistema que cresce com a liga. Essas são mudanças reais que capacitam os jogadores, elevam o jogo e tornam o produto no chão melhor.”
A Associação Nacional de Jogadoras de Basquete Feminino optou por não participar de seu CBA em outubro de 2024, quatro anos depois de sua entrada em vigor, um ano antes de seu vencimento. A decisão permitiu ao sindicato negociar o que argumentou ser um acordo mais justo, dado o dramático crescimento do desporto.








