- A Gen Digital encontrou quase um terço dos meta-anúncios da UE/Reino Unido vinculados a golpes
- A má publicidade é agora responsável por 41% dos ataques cibernéticos contra indivíduos
- Os 10 principais anunciantes responsáveis por mais da metade dos anúncios fraudulentos vinculados à infraestrutura da China/Hong Kong
Anúncios nas redes sociais estão sendo usados para malware e golpes em uma escala que rivaliza com a publicidade legítima, diz uma nova pesquisa.
A Gen Digital analisou 14,57 milhões de anúncios Meta na UE e no Reino Unido durante um período de 23 dias, representando 10,76 milhões de impressões, e descobriu que quase um terço (30,99%) – 4,51 milhões de anúncios – estavam ligados a uma campanha fraudulenta que poderia ser phishing, malware ou outra infraestrutura maliciosa.
Estes anúncios fraudulentos geraram 143,8 milhões de impressões só na UE e 304,11 milhões na UE e no Reino Unido em menos de um mês.
Atividade fraudulenta altamente concentrada
A Gen Digital afirma que o sucesso se deve em parte ao facto de os anúncios não parecerem fraudulentos: “Hoje, os anúncios perigosos não parecem suspeitos; parecem profissionais, populares e direcionados às suas necessidades específicas. Nas redes sociais, os mesmos motores de otimização concebidos para maximizar o envolvimento e a conversão estão a ser usados para maximizar a vitimização”, afirma o estudo.
Outro fator importante é que a malvertising é responsável por 41% de todos os ataques cibernéticos contra indivíduos atualmente. É a maior ameaça aos consumidores, segundo a telemetria Gen.
A notícia (relativamente) boa é que a atividade fraudulenta estava altamente concentrada. Os principais anunciantes fraudulentos foram responsáveis por metade (56,1%) de todos os anúncios fraudulentos, com 2,53 milhões de anúncios únicos e 57,92 milhões de impressões. Os investigadores rastrearam repetidamente grupos de campanhas em sistemas de pagamentos e infraestruturas ligadas à China e a Hong Kong, sugerindo que se trata de uma operação organizada à escala industrial.
Os fraudadores geralmente reutilizam os mesmos domínios, têm textos de anúncio quase idênticos e usam a mesma infraestrutura para diversas campanhas.
Parece que o vício em dopamina não é a única maneira pela qual as redes sociais colocam nosso bem-estar em risco.
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