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Meta (META, Financials) observa o crescente interesse do consumidor em óculos inteligentes Ray-Ban. Cooperação com a EssilorLuxottica, que, segundo analistas, é o primeiro avanço comercial significativo na área de óculos equipados com inteligência artificial. Os porta-retratos contêm câmeras integradas que permitem às pessoas tirar fotos e gravar vídeos, transmiti-los para o aplicativo Meta e conversar com o assistente de IA. Estas capacidades causaram muitos problemas de privacidade na Europa.
Anteriormente, os reguladores na Itália e na Irlanda não tinham certeza se o gadget era bom para notificar os telespectadores, mas a Meta e a EssilorLuxottica aumentaram a taxa de gravação. A Lei de Inteligência Artificial da UE e o GDPR aplicam-se aos óculos, tornando difícil para as pessoas usá-los.
A EssilorLuxottica disse que os óculos inteligentes acrescentaram mais de quatro pontos percentuais ao crescimento das vendas nos últimos nove meses, embora ainda representem apenas uma parcela modesta da receita total da empresa. Analistas dizem que sua rede de 18 mil lojas e seu forte portfólio de marcas proporcionam vantagens que os primeiros produtos vestíveis inteligentes, como o Google Glass, não tinham.
A corrida está ficando mais rápida. Na China, o Alibaba lançou um modelo de óculos AI, e o Google planeja lançar sua própria versão em 2026. Espera-se que a Apple lance um modelo no próximo ano, enquanto a Xiaomi já lançou um comparável.
À medida que o escrutínio da privacidade aumenta e novas empresas entram no mercado, a Meta e a EssilorLuxottica terão de continuar o seu progresso.





