DPR destaca importação de 105 mil picapes indianas para Kopdes rubro-brancos: Capacidade de produção nacional é adequada

Sábado, 21 de fevereiro de 2026 – 00h09 WIB

Jacarta – A vice-presidente da Comissão VII DPR RI, Evita Nursanty, lembrou a importância da utilização de produtos nacionais na aquisição de veículos para as operações da Village Cooperative (Kopdes)/Distrito Vermelho e Branco, de acordo com o contrato de aquisição de veículos comerciais no valor de IDR 24,66 trilhões.

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Ele acredita que este projecto de aquisição em grande escala deve ser um impulso para fortalecer a indústria automóvel nacional, e não apenas para satisfazer as necessidades de distribuição logística das aldeias.

“Esta é uma aquisição em grande escala. O impacto não é apenas na logística da aldeia, mas também na estrutura da indústria automóvel nacional”, disse Evita num comunicado em Jacarta na sexta-feira.

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O contrato envolve a aquisição de um total de 105.000 veículos das duas montadoras indianas, nomeadamente 35.000 unidades da picape Scorpio da Mahindra & Mahindra e 70.000 unidades da Tata Motors, sendo 35.000 unidades da picape Yodha e 35.000 unidades do caminhão leve Ultra T.7.

A Comissão VII DPR RI, na qualidade de parceira de trabalho do Ministério da Indústria, também manifestou apoio à posição do governo, que sublinha que a indústria automóvel nacional tem uma capacidade de produção de picapes de aproximadamente um milhão de unidades por ano.

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“Concordamos com o Ministério da Indústria que as compras governamentais devem ser uma ferramenta para fortalecer a indústria nacional. A nossa capacidade de produção nacional é muito adequada”, enfatizou.

Evita acrescentou que é preciso racionalizar as especificações técnicas do veículo de forma transparente, principalmente se a contratação for focada no tipo tração nas quatro rodas (4×4).

Segundo ele, nem todos os bairros do município exigem veículos com essas especificações.

“Se houver uma área com condições geográficas extremas que exija 4×4, ela deve ser mapeada especificamente. Não pode ser generalizada. Deve haver um estudo de necessidades baseado em dados e condições reais de campo”, afirmou.

Lembrou que os veículos 4×4 têm um preço de compra e custos operacionais mais elevados do que os 4×2, pelo que a eficiência orçamental e a sustentabilidade operacional da cooperativa devem ser tidas em conta na definição das especificações.

Além disso, Evita sublinhou que a obrigação de utilização de produtos nacionais está regulamentada na Lei n.º 3 de 2014 e no Decreto Presidencial n.º 46 de 2025.

Este regulamento exige que os ministérios/agências dêem preferência a produtos com um nível de componente nacional (DLC) de pelo menos 25 por cento ou uma combinação de TKDN e um peso de benefício da empresa de pelo menos 40 por cento, e as importações só podem ser feitas se os produtos nacionais não estiverem disponíveis ou o volume for insuficiente.

Outro lado

“Portanto, o argumento da indisponibilidade deve ser explicado de forma objetiva. Não permitir que especificações técnicas desvalorizem os produtos nacionais como indisponíveis”, afirmou Evita.

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