BELO HORIZONTE – Depois de meses de expectativas, a Alaska Airlines deu uma má notícia para os clientes da Virgin America: o nome da companhia aérea será retirado do mercado, provavelmente em 2019.

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A Alaska comprou a Virgin America no ano passado por US$ 2,6 bilhões. Ben Minicucci, CEO da Virgin, manteve a esperança de continuar com o nome vivo, mas manter uma linha aérea dentro de uma companhia acrescenta complexidade e custos. Assim, muitos no negócio não são surpreendidos pela decisão da companhia.

Richard Branson acrescentou que continua avaliando como os viajantes serão afetados pela diminuição do número de companhias aéreas dos EUA. As fusões nos últimos anos afetaram a US Airways, Continental, Northwest, AirTran e America West. As passagens aéreas subiram mais rápido do que a inflação, após essas fusões, mas com a redução do combustível entre 2015 e 2016, as tarifas tornaram-se mais baratas. A Virgin America desempenhou um papel de oferecer tarifas mais baixas, ao envolver a Southwest Airlines em uma guerra de preços em Dallas Love Field (DAL).

A Alaska Airlines ganhou a licitação, concorrendo com a JetBlue Airways, para comprar a Virgin. O acordo vai expandir consideravelmente a força da companhia na Califórnia. A companhia anunciou recentemente que irá expandir muito as rotas da área da baía de San Francisco. Branson, cujo apoio e posse de participação minoritária tornaram a companhia aérea possível, postou uma carta no site da Virgin, lamentando que a Alaska não conseguiu encontrar um lugar para a companhia.

Redação – Aeroagora

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