SÃO PAULO – A companhia aérea marroquina Royal Air Maroc confirmou, na quarta-feira (22), que a partir do próximo sábado (25) estarão proibidos quaisquer dispositivos eletrônicos em voos para os EUA, para adequação às exigências de autoridades norte-americanas”.

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A decisão afetará não só os passageiros que embarcam no Marrocos, mas também aqueles que chegam em trânsito de outros países, o que parece ser uma medida complementar ao anunciado pelo governo dos EUA.

Com a exceção de celulares e equipamentos médicos necessários à viagem, todos os outros dispositivos eletrônicos devem viajar no porão do avião, esclarece a companhia em um comunicado.

Até agora, nem o Governo marroquino e nem as autoridades aeronáuticas nacionais se pronunciaram sobre a medida anunciada ontem pela administração de Donald Trump, que tem sido fortemente criticada em todo o mundo, especialmente por causa da proibição refere-se exclusivamente a oito países muçulmanos .

As nove companhias aéreas afetadas, todas estrangeiras, uma vez que nenhum americano tem voos diretos a partir dos aeroportos incluídos na medida, são: Royal Jordanian, EgyptAir, Turkish Airlines, Saudi Arabian Airlines, Kuwait Airways, Royal Air Maroc, Qatar Airways, Emirates e Etihad Airways.

O governo dos EUA deu às companhias o prazo de 96 horas para notificar seus passageiros.

Do aeroporto de Casablanca (CMN) há apenas dois voos diretos para os Estados Unidos, ambos da Royal Air Maroc, com destino a Washington (IAD) e Nova York (JFK).

Redação – Aeroagora

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